27 de março de 2012

Prestação de Contas 2011 Conselho Tutelar POA


Gostaria de convidar a todos para a Prestação de Contas do ano de 2011 do Conselho Tutelar da Lomba do Pinheiro/Agronomia, que será realizada dia 30/03/2012, às 14h, no Plenário Ana Terra da Câmara Municipal de Vereadores. Em anexo, segue convite com todas as informações necessárias, que foi-me enviado pela atenciosa Conselheira Thaise Malta Sant'Anna.

Maiores informações no conselho: Fone: 3315.4099
João Batista Maciel Gonçalves
Acadêmico de Filosofia - PUCRS
(Conselheiro do Fórum de Segurança e do Orçamento Participativo da Lomba do Pinheiro)

23 de março de 2012

O que é FELICIDADE?

Na semana passada, eu ponderei que na concepção religiosa cristã pode-se dizer que a FELICIDADE está indubitavelmente ligada a criação do Homem desde a sua idealização por Deus. Os cristãos acreditam que o Homem foi criado por Deus, bem como o universo inteiro. É comum chamar a quem cria algo de Pai da criação. Por exemplo: Santos Dumont criou o avião, logo, chamamos ele de Pai da aviação. Assim sendo, é natural chamar a Deus de Pai. E se Deus é Pai nós somos filhos para ele, e esta é a questão: QUAL o pai não ama o seu filho? É natural que o ame. Então da mesma forma Deus ama o Homem como um Pai ama o Filho. Parece-nos lógico, portanto, ACREDITAR que Deus DESEJOU felicidade ao Homem.

Mas então uma pergunta precisa ser feita: o que é a felicidade?
Como resposta alguém poderia dizer: é um enigma que desde sempre inquieta a humanidade.

Mas segundo Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda a felicidade há mais de duas décadas, a FELICIDADE seria uma sensação de bem-estar: “É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem”.

Deus criou o Homem e o colocou num paraíso, uma espécie de jardim onde havia tudo para ele ser feliz, havia florestas, rios, animais, aves, criaturas marinhas, toda beleza na natureza nos seus relevos e céus. O Homem tinha tudo para ser feliz, estendia a mão e tinha alimento. Acordava e dormia, e continuava sendo feliz. Deus também deu-lhe uma companheira, a mulher, e desejou que o Homem expandisse o paraíso, povoando toda a Terra. Infelizmente após cerca de seis mil anos da criação do Homem, é raríssimo encontrar traços daquele paraíso.

No contexto atual é difícil responder o que é a felicidade, entretanto, estudos científicos recentes têm procurado achar padrões de comportamento e pensamento nas pessoas que se consideram felizes. Alguns padrões encontrados são:

- buscar objetivos de acordo com suas características pessoais
- riqueza em relacionamentos humanos
- possuir uma forte identidade étnica
- ausência de problemas
- ser competente naquilo que se faz
- enfrentar problemas com a ajuda de outras pessoas
- receber apoio de pais, parentes e amigos
- ser agradável e gentil no relacionamento com outras pessoas
- não superdimensionar suas falhas e defeitos
- gostar daquilo que se possui
- ser autoconfiante
- pertencer a um grupo
- independência pessoal

Concluindo, poderíamos dizer que: a felicidade não é uma sensação eterna, é um estado de êxtase, daqueles que se atinge nos momentos de extremo prazer. Estar feliz ou triste é um ir e vir. É um querer eterno.

João Batista Maciel Gonçalves
Acadêmico de Filosofia - PUCRS

16 de março de 2012

A infelicidade deveria existir?


Felicidade, todos a querem, MAS será
que a in-felicidade, QUE IMPEDE DE SERMOS FELIZES, deveria existir?

Eu encontrei no site www.serespirita.com.br, um artigo cujo
título é, Todos querem ser felizes,que diz o seguinte:

“ reflitamos sobre a felicidade. Essa indescritível sensação é o que há de mais universal em todos os seres. Afinal,se há alguma coisa a nos unir fundamentalmente é o desejo de ser feliz. Mas,não há modelo de felicidade, pois cada um é capaz de ser feliz a sua maneira. No entanto, há critério: só posso ser feliz sem causar a dor alheia. Portanto, a ninguém deve ser dado o direito, ou poder, de impor “clichês de felicidade” a terceiros.”


Bom, meus amigos e minhas amigas, para falarmos sobre felicidade, algo inerente a todos os humanos, pois 10 entre cada 10 pessoas buscam a felicidade, é preciso questionar o inverso da felicidade, ou seja, é preciso questionar se a IN-FELICIDADE DEVERIA EXISTIR.

Numa concepção judaico-cristã, que é a fé que eu particularmente confesso, poderia dizer que a felicidade está umbilicalmente ligada ao desejo do criador, pois este criou todas as coisas com perfeição.

Ele é amor.

Criou todas as coisas, inclusive o Homem.

Fez o Homem e colocou-o num jardim, em um paraíso que tinha todas as condições para o Homem ser feliz, ter paz e felicidade em abundância.

O Criador ANTES de criar o Homem DESEJOU a felicidade para a vida deste Homem, então depois é que o CRIOU.

Entendem a particularidade disso?

O Criador não criou o Homem simplesmente criando-o, mas ANTES de criá-lo
DESEJOU felicidade à criação.

Podemos, portanto, afirmar que Ele é amor.

Deus criou o Homem com o intuito deste ter felicidade eterna. O colocou
num paraíso com todas as condições dele ser feliz.

Não havia no paraíso um motivo sequer para o Homem ser in-feliz.

O Criador não fez o Homem para este ser in-feliz, nem para que este
conhecesse o oposto à felicidade, ou seja, a in-felicidade.


A maior e mais indubitável in-felicidade do Homem é a sua morte.


Mas, os cristãos sabem que a morte NÃO FOI CRIADA por Deus.


Deus permitiu que a morte viesse acontecer, É VERDADE, MAS como salário do pecado.


Deus é amor, nunca podemos esquecer disso.

A morte não traz felicidade. Deus não poderia tê-la desejado.

A morte foi conseqüência da desobediência não apenas do Homem, mas antes do Homem, da desobediência de um Ser Celestial, que questionou a soberania do Criador.

Mas essa questão creio que seria bom abordá-la em um próximo artigo.

Concluindo, a maior in-felicidade do Homem, a morte, é conseqüência da desobediência do Homem.

Mas se Deus é amor, que antes mesmo de criar o Homem, desejou que ele fosse feliz, e depois, quando no decorrer da existência do primeiro Homem, quando veio a desobediência da tal Criatura Celestial, causando que Deus permitisse que o homem viesse a conhecer a in-felicidade, e por conseqüência, a morte, isso significa que Deus deixou de ser amor?

De forma alguma.

O Homem foi criado perfeito, para ser feliz e viver para sempre, com
felicidade.

O Homem é que se tornou imperfeito quando desobedeceu. O Homem é quem conheceu a in-felicidade, e por conseqüência, sobre ele veio a morte.

Deus é eterno de geração à geração.

Os Seus desejos e princípios são imutáveis.

O que Deus desejou nunca deixará de ser o que ele desejou, pois Deus é
perfeito.

Toda a sua criação, da mesma forma, é perfeita. Deus Criou o Homem perfeito, para ser feliz e viver para sempre, com felicidade.

Mas isto não significa que ao permitir que o homem recebesse o salário pela sua desobediência, a saber, a morte, Deus se esqueceria da situação infeliz em que o Homem se submeteu.

É aí que entra a base do judaísmo-cristão, Jesus Cristo.

- “Todo aquele que Nele crer, ainda que morra, terá a vida eterna.”

A vida de Jesus Cristo, os seus ensinamentos, conduzem o Homem a uma vida feliz, em meio a tantas infelicidades do dia-a-dia.

A bíblia por sua vez, é o manual da felicidade do Homem.

Jesus Cristo é a personificação do Amor do Altíssimo, a personificação
do Amor do Criador.

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A fonte da felicidade passa pela reconciliação do Homem com Deus,
através de Jesus Cristo.

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Pensemos nisso por hoje... ok?

Gostaria de falar mo próximo artigo sobre este meu ponto de vista da busca do Homem pela felicidade sob o olhar cristão e também um pouquinho sobre a Criatura Celestial que primeiro desobedeceu a Deus e cobiçou ser igual a Ele.

João Batista Maciel Gonçalves
Estudante de Filosofia - PUCRS