Felicidade, todos a querem, MAS será
que a in-felicidade, QUE IMPEDE DE SERMOS FELIZES, deveria existir?
Eu encontrei no site
www.serespirita.com.br, um artigo cujo
título é, Todos querem ser felizes,que diz o seguinte:
“ reflitamos sobre a felicidade. Essa indescritível sensação é o que há de mais universal em todos os seres. Afinal,se há alguma coisa a nos unir fundamentalmente é o desejo de ser feliz. Mas,não há modelo de felicidade, pois cada um é capaz de ser feliz a sua maneira. No entanto, há critério: só posso ser feliz sem causar a dor alheia. Portanto, a ninguém deve ser dado o direito, ou poder, de impor “clichês de felicidade” a terceiros.”
Bom, meus amigos e minhas amigas, para falarmos sobre felicidade, algo inerente a todos os humanos, pois 10 entre cada 10 pessoas buscam a felicidade, é preciso questionar o inverso da felicidade, ou seja, é preciso questionar se a IN-FELICIDADE DEVERIA EXISTIR.
Numa concepção judaico-cristã, que é a fé que eu particularmente confesso, poderia dizer que a felicidade está umbilicalmente ligada ao desejo do criador, pois este criou todas as coisas com perfeição.
Ele é amor.
Criou todas as coisas, inclusive o Homem.
Fez o Homem e colocou-o num jardim, em um paraíso que tinha todas as condições para o Homem ser feliz, ter paz e felicidade em abundância.
O Criador ANTES de criar o Homem DESEJOU a felicidade para a vida deste Homem, então depois é que o CRIOU.
Entendem a particularidade disso?
O Criador não criou o Homem simplesmente criando-o, mas ANTES de criá-lo
DESEJOU felicidade à criação.
Podemos, portanto, afirmar que Ele é amor.
Deus criou o Homem com o intuito deste ter felicidade eterna. O colocou
num paraíso com todas as condições dele ser feliz.
Não havia no paraíso um motivo sequer para o Homem ser in-feliz.
O Criador não fez o Homem para este ser in-feliz, nem para que este
conhecesse o oposto à felicidade, ou seja, a in-felicidade.
A maior e mais indubitável in-felicidade do Homem é a sua morte.
Mas, os cristãos sabem que a morte NÃO FOI CRIADA por Deus.
Deus permitiu que a morte viesse acontecer, É VERDADE, MAS como salário do pecado.
Deus é amor, nunca podemos esquecer disso.
A morte não traz felicidade. Deus não poderia tê-la desejado.
A morte foi conseqüência da desobediência não apenas do Homem, mas antes do Homem, da desobediência de um Ser Celestial, que questionou a soberania do Criador.
Mas essa questão creio que seria bom abordá-la em um próximo artigo.
Concluindo, a maior in-felicidade do Homem, a morte, é conseqüência da desobediência do Homem.
Mas se Deus é amor, que antes mesmo de criar o Homem, desejou que ele fosse feliz, e depois, quando no decorrer da existência do primeiro Homem, quando veio a desobediência da tal Criatura Celestial, causando que Deus permitisse que o homem viesse a conhecer a in-felicidade, e por conseqüência, a morte, isso significa que Deus deixou de ser amor?
De forma alguma.
O Homem foi criado perfeito, para ser feliz e viver para sempre, com
felicidade.
O Homem é que se tornou imperfeito quando desobedeceu. O Homem é quem conheceu a in-felicidade, e por conseqüência, sobre ele veio a morte.
Deus é eterno de geração à geração.
Os Seus desejos e princípios são imutáveis.
O que Deus desejou nunca deixará de ser o que ele desejou, pois Deus é
perfeito.
Toda a sua criação, da mesma forma, é perfeita. Deus Criou o Homem perfeito, para ser feliz e viver para sempre, com felicidade.
Mas isto não significa que ao permitir que o homem recebesse o salário pela sua desobediência, a saber, a morte, Deus se esqueceria da situação infeliz em que o Homem se submeteu.
É aí que entra a base do judaísmo-cristão, Jesus Cristo.
- “Todo aquele que Nele crer, ainda que morra, terá a vida eterna.”
A vida de Jesus Cristo, os seus ensinamentos, conduzem o Homem a uma vida feliz, em meio a tantas infelicidades do dia-a-dia.
A bíblia por sua vez, é o manual da felicidade do Homem.
Jesus Cristo é a personificação do Amor do Altíssimo, a personificação
do Amor do Criador.
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A fonte da felicidade passa pela reconciliação do Homem com Deus,
através de Jesus Cristo.
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Pensemos nisso por hoje... ok?
Gostaria de falar mo próximo artigo sobre este meu ponto de vista da busca do Homem pela felicidade sob o olhar cristão e também um pouquinho sobre a Criatura Celestial que primeiro desobedeceu a Deus e cobiçou ser igual a Ele.
João Batista Maciel GonçalvesEstudante de Filosofia - PUCRS