Tão bom seria buscar a felicidade dentro de nós mesmos, em nosso interior. Mas alguém dirá: acaso o mundo que vivo não é externo? Sim, sem dúvida o mundo no qual vivemos é exterior. Mas onde é que sentimos nossas emoções? As emoções sentimos internamente. Logo, o exercício da busca da felicidade está mais ligada ao nosso “eu”. Os objetos externos precisam ser para nós apenas a ponte para detonar a felicidade. Se algo me trouxer más sensações é dentro de mim, onde eu sento todas as emoções sejam boas ou não, que preciso tomar uma decisão importantíssima: impedir que as más sensações façam morada. É preciso impedir que ao entrar em nós más sensações, que estas fiquem dentro de nós. É preciso expelir tudo o que não nos deixa felizes. Se fizermos este exercício mesmo que encontremos, em nossa caminhada da vida, as mais terríveis decepções, estas não irão causar “internamente” más sensações PERMANENTES, basta não deixá-las PERMANECER dentro de nós, no nosso “eu”.
Deus nos criou para sermos felizes. Se a cor que lhe trás felicidade é verde, e em sua vida apenas encontraste o azul e o amarelo porquê não misturas estas cores em busca do verde que tanto te agrada? Te encontres a ti mesmo e sejas feliz com o que tens. Um mundo interior de emoções equilibradas o aguarda.
João Batista Maciel Gonçalves
Acadêmico de Filosofia
- PUCRS
Trabalho social
desenvolvido:
- Conselheiro do Orçamento Participativo de Porto Alegre
na Temática da Cultura, e da Comissão de Cultura da Lomba do Pinheiro;
-
Delegado do Fórum de Planejamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento
Urbano Ambiental de Porto Alegre;
-
Presidente da Acomasf - Associação Comunitária Santa Filomena, bairro Lomba do
Pinheiro.